Mostrando postagens com marcador Matérias Sobre Propaganda. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Matérias Sobre Propaganda. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Conheça as 100 marcas mais valiosas do País


A Brand Finance, empresa que avalia a gestão da marca e ativos intangíveis, em parceria com a revista The Brander/IAM, lança a quinta edição do estudo anual “As 100 marcas mais valiosas do Brasil”.



De acordo com o CEO e sócio da Brand Finance América do Sul e da revista The Brander/IAM, Gilson Nunes, enquanto o valor de mercado das empresas listadas em bolsa e no estudo subiu de R$ 995,2 bilhões para R$ 1,52 trilhão - crescimento de 52,8% em relação a 2008, a soma do valor de suas marcas aumentou 23%, saltando de R$ 221,4 bilhões para R$ 273,3 bilhões.



“Este resultado mostra que as marcas mais fortes e No varejo, a Magazine Luiza foi uma das redes que obtiveram maior percentual de crescimento em valor de marcavaliosas do país não foram abaladas mediante a estagnação econômica do ano anterior. Atualmente, as marcas são o maior diferencial competitivo sustentável das empresas”, afirma Nunes.

Pelo quarto ano consecutivo, Bradesco é a marca mais valiosa do Brasil, com valor de R$ 23,1 bilhões; seguido, pela ordem, por Banco Itaú (R$ 12,0 bilhões), Banco do Brasil (R$ 11,6 bilhões); Petrobras (R$ 9,7 bilhões); Vivo (7,6 bilhões), Oi/Telemar (R$ 7,5 bilhões); Casas Bahia (R$ 7,2 bilhões); Caixa (R$ 7,0 bilhões); Carrefour (R$ 6,5 bilhões) e Fiat (R$ 6,4 bilhões).

Os setores nos quais as marcas obtiveram maior percentual de crescimento em valor, quando comparadas ao período anterior, foram os bancos (Santander, HSBC, Caixa, BNDES, Banco do Brasil e Bradesco), varejo (Wall Mart, Carrefour, Casas Bahia e Magazine Luiza) e exportação de commodities (Gerdau, Petrobras).

“Estes setores foram beneficiados pela recuperação da bolsa de valores após julho de 2009 e por boas perspectivas futuras (em especial Gerdau e Petrobras) e, ainda, pelo crescimento do consumo das famílias brasileiras, graças ao pacote do governo de estímulo à economia, isenção de IPI, entre outros”, explica Nunes.

Neste contexto, as marcas que mais cresceram em valor são, pela ordem: Santander (140%), Ultrapar (109%), Gerdau (106%), HSBC (93%), Caixa (74%), Wall Mart (74%), Petrobras (65%), BNDES (62%), Banco do Brasil (56%), Honda (54%), Carrefour (52%), Casas Bahia (44%), Magazine Luiza (44%) e Bradesco (42%).

Já quedas notáveis em valores ocorreram com as marcas Sadia (-26%); Nokia (-38%) e Texaco (-34%), entre outras que também caíram de posição no ranking 2010.

Por outro lado, Cargill, Pepsico, Visa, Odebrecht, WEG, ArcelorMittal, Localiza, Banrisul e Microsoft são as novas marcas que entraram no rol das 100 mais valiosas do Brasil em 2010.

As marcas foram avaliadas por meio de pesquisa quantitativa de mercado em nível nacional, com 6.221 pessoas e base nos indicadores: produtos e serviços; preço; marketing e comunicação; governança corporativa e responsabilidade socioambiental; pós-venda; e canal de distribuição.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Trade Marketing: De onde veio e para onde vai


No Brasil, até meados da década de 90, uma parte dos comerciantes pensava e funcionava como estoquista e especulador, ganhando dinheiro da noite para o dia, com preços chegando a variar 2% por noite.



O motivo disso era que a hiperinflação exigia dos empresários um foco permanente na identificação de oportunidades de compra, nas negociações de prazo e até mesmo no timing da entrada da mercadoria na loja.

Alguns produtos de giro rápido, por exemplo, comprados com prazo de 30 dias para pagar, podiam ser vendidos (e eram) abaixo do preço de nota fiscal. A aplicação financeira rendia muito e os fornecedores desses itens terminavam subsidiando (involuntariamente) o varejo.

Toda a preocupação dos varejistas estava na compra, sobrando pouco tempo para pensar no cliente. Estratégia de preço como parte do merchandising? Impossível sequer pensar nisso. A velocidade dos reajustes de preço tornava qualquer gestão estratégica de chão de loja um exercício irrelevante.

O maior vendedor do varejo era o tempo, qualquer preço parecia ótimo com o passar de alguns dias. A partir de 1995, com a hiperinflação eliminada no Brasil, os preços dos produtos começaram a se fixar na cabeça dos consumidores.

As flutuações de preço se reduziram e os centavos começaram a fazer diferença na decisão de compra no ponto-de-venda. A inflação parou de trabalhar para os comerciantes e as margens reais (agora reduzidas) de venda começaram a merecer alguma preocupação.

Foi nessa época que começou, muito lentamente, a importação de conceitos e práticas de Trade Marketing em nosso país. Não aconteceu, todavia, um crescimento equilibrado dessa área de conhecimento por vários motivos, sendo o principal deles o baixo grau de profissionalização no varejo.

Além disso, a implantação de sistemas de informação que possam gerar business intelligence de fato aproveitável no varejo ainda é hoje um projeto (ou um sonho) na maioria das empresas.

A interação entre indústria e varejo no Brasil ainda é um exercício baseado em poder — ou O trabalho da Coca-Cola era provar que o giro de seus produtos e sua contribuição para o tráfego das lojas justificava a manutenção do espaçodemonstração de poder. Pouco uso se faz de informações colhidas pelos sistemas de controle do chão de loja.

Nos Estados Unidos, em 1996, pude testemunhar uma série de negociações entre a Coca-Cola Enterprises e uma grande cadeia de supermercados em torno de alguns centímetros (2 feet) de gôndola.

Segundo a versão da cadeia de lojas, os produtos da empresa não precisavam de todo o espaço que lhes era alocado nas gôndolas de todo o país. O trabalho da Coca-Cola era provar que o giro de seus produtos e sua contribuição para o tráfego das lojas justificava a manutenção do espaço. Essas negociações eram elegantes e profissionais, sempre escoltadas por bateladas de dados e gráficos de ambos os lados.

Infelizmente, no Brasil de 2010, ainda inexiste, na maior parte do varejo, uma cultura de negociação baseada em informação, até porque falta informação. Pior, alguns executivos operacionais de varejo ainda se comportam como compradores pré-1995.

Aos poucos, lentamente, isso vai mudar. Na medida em que os sistemas de informação e a capacidade analítico/estratégica dos executivos de varejo evoluírem, algumas conclusões fatalmente emergirão.

Por exemplo, as decisões de lançar “marca própria” de qualquer produto serão avaliadas dentro de projetos estratégicos, suportados por números de budget e indicadores que antecipem de fato se aquela marca própria vai trazer (ou tem a probabilidade de trazer) mais dinheiro por metro quadrado de gôndola em cada loja onde ela vai entrar.

Esses projetos estratégicos deverão indicar ainda qual será a marca “não própria” a ser alijada da gôndola, qual será a “canibalização” provável das marcas remanescentes e assim por diante.

Com todas essas informações (posteriormente validadas) é possível que uma decisão de lançar marca própria seja substituída por uma boa negociação de joint venture com algum fabricante.

Evoluindo nessa linha de colaboração empresarial que constitui o melhor espírito do Trade Marketing, não é difícil antever parcerias (produto e serviço) que contribuam para aperfeiçoar a própria estratégia de categoria do varejista.

Os frutos resultantes serão colhidos por todos, incluindo os consumidores, que ganharão tempo ao fazer sua melhor escolha na gôndola dentre itens cujo diferencial de valor seja mais visível. Esse ganho de tempo e de satisfação vai gerar fidelidade ao ponto de venda, representando um belo ciclo virtuoso.



* Ageu Barros é professor da Trevisan Escola de Negócios e diretor do IPGE - Instituto Paulista de Gestão Estratégica.

terça-feira, 30 de março de 2010

Propaganda de cigarro conquista as adolescentes


Os cigarros vendidos nesta embalagem são finos, delicados. Alguns trazem como brinde batons com sabor de morango e joias para celular.

Com essa apresentação, o Camel nº 9 foi lançado e divulgado, em 2007, em revistas femininas dos Estados Unidos -onde se permite a propaganda de tabaco.

Cigarro para meninas? Segundo o fabricante, R. J. Reynolds, não. O alvo eram mulheres adultas, declarou a companhia em comunicado.

A campanha, no entanto, atingiu as adolescentes americanas, como mostra uma pesquisa publicada neste mês na revista "Pediatrics".

O estudo acompanhou 1.036 crianças que tinham de dez a 13 anos em 2003. Uma vez por ano, até 2008, elas responderam questões como "qual seu anúncio de cigarro favorito?".

A proporção de meninos que citavam alguma marca não mudou no período. A de meninas, porém, pulou de 34% para 44% no último ano da pesquisa -em 2008, exatamente após o lançamento do Camel nº 9.

"É uma evidência definitiva de que [os fabricantes do cigarro] violaram o acordo", diz John Pierce, autor do estudo, citando acordo de 1998 em que a indústria do tabaco se comprometia a não direcionar suas propagandas a adolescentes.

Na época do lançamento do produto, houve protestos de associações anticigarro e a campanha da marca foi interrompida. Mas a polêmica deu ainda mais evidência ao produto.

O estudo vem à tona na semana em que a FDA (agência americana que regula remédios e alimentos) aprovou uma regra que proíbe a venda de cigarros para menores de 18 anos e aumenta as restrições de anúncios de produtos de tabaco.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Governo quer tirar do ar campanha da Schincariol com Paris Hilton




Depois de receber denúncias da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres e de consumidores, o Conar (Conselho de Autorregulamentação Publicitária) abriu três processos éticos contra a campanha de lançamento da cerveja Devassa Bem Loura, da Schincariol.

Em uma das propagandas da campanha, da agência Mood, a socialite americana Paris Hilton aparece em poses sensuais na varanda de um apartamento na orla carioca. Ela é fotografada por um voyeur, que parece mais interessado em clicar a cerveja que está na mão dela.

A secretaria, ligada à Presidência da República, considerou a campanha sexista e desrespeitosa para a mulher. A denúncia gerou um processo para discutir especificamente queixas relacionadas à condição da mulher.

Um outro processo, aberto após denúncias de consumidores, vai avaliar se o comercial faz um apelo exagerado à sensualidade, contrariando o código de ética, que condena o apelo erótico em propagandas de bebidas alcoólicas e também o tratamento de modelos como objeto sexual.

A terceira representação partiu do próprio Conar e se refere a uma promoção na internet em que um prêmio de R$ 3.000 é oferecido ao criador do melhor samba de caixinha de fósforos. O código proíbe sugerir que as pessoas façam consumo excessivo de álcool.

Procurada, a Schincariol não quis comentar e disse que ainda não foi notificada.

O Conar pode solicitar a retirada imediata da campanha por meio de liminar --o que não foi feito até a noite de ontem. Não havendo liminar, os 180 conselheiros do Conar vão se reunir em até 40 dias para avaliar o caso.



segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Coca-Cola sem tinta em pró do meio-ambiente


A lata nua de Coca-Cola, além de super estiloza, ajuda o meio-ambiente.

A lata nua ajuda a reduzir a poluição do ar e da água que ocorre no processo de coloração. Também ajuda a reduzir energia e esforço para separar a tinta colorida tóxica do alumínio no processo de reciclagem. Uma quantidade enorme de energia e tinta necessária para fabricar latas coloridas será economizada. Em vez de usar tinta tóxica, as fábricas processam o alumínio com uma prensa que insere a identidade da marca na superfície.

Levando em consideração que são consumidas no mundo 24 BILHÕES de latinhas de Coca-Cola por ano1, essa economia em tinta realmente teria um impacto muito grande na preservação do meio-ambiente.

Eu desejaria muito latinhas que, além de bonitas, são cheias de atitude!

sábado, 5 de dezembro de 2009

Empresário mexicano dá vida à cerveja favorita de Homer Simpson


Sentada num sofá imitando couro preto, Zaida Hernández conversa com sua amiga Ana no King's Pub, na Cidade do México. O ambiente é pouco iluminado, a música é alta e a oferta especial da noite é de pizza e frozen mojitos, servidos numa ampla taça de martíni.

Mas Hernández, uma estudante de design de rosto redondo, não está tomando nenhum mojito. Ela está bebendo a cerveja Duff Beer, a preferida de Homer Simpson.

"Estávamos buscando algo diferente", disse ela, olhando com atenção o rótulo, que é praticamente o mesmo que aparece nas latas do desenho animado. "Quando alguém oferece Duff para você, acho que você basicamente tem que experimentar."


É exatamente isso que Rodrigo Contreras, o produtor da Duff Beer da vida real, queria ouvir. Como alguém que trabalha com marketing, Contreras sempre teve olho para uma boa publicidade. O investimento de US$ 140 mil (R$ 242 mil) para montar sua companhia, a Duff, veio dos rendimentos de um livro que ele escreveu sobre Vincente Fox, um ex-presidente do México que é lembrado por tudo o que não conseguiu fazer durante seu governo. O livro, "Tudo o que um grande presidente e um grande homem faz por um grande país", tem 136 páginas em branco.

A primeira vez que Contreras pensou em produzir a cerveja Duff foi em 2002, enquanto assistia aos "Simpsons". "Pensei comigo mesmo inúmeras vezes: 'Alguém deveria fazer isso'", disse. "Então pensei: 'Por que não eu?'"

Uma das razões é a Fox, a gigante da mídia e dona de "Os Simpsons". Num caso que foi relatado no final dos anos 90, a cervejaria Lion Nathan na Austrália foi obrigada a retirar sua Duff Beer do mercado depois que a Fox entrou com uma processo por violação de direitos autorais - embora o produto não tivesse nenhuma semelhança com o da série de TV.

A Fox não confirmou a informação. Quando questionada sobre a Duff Beer de Contreras, a rede disse que não comentaria nenhuma ação legal que poderá ou não tomar. Ela simplesmente afirmou: "'Os Simpsons' são propriedade da Twentieth Century Fox, e a Fox têm os direitos sobre o universo de 'Os Simpsons'. Temos a intenção de proteger nossos direitos."

Contreras insiste que ele contatou a Fox em 2006, e foi ignorado desde então. Ele também alega que contatou a Gracie Filmes, produtora da série. "Eu queria assegurar a eles que eu não era um ladrão e que não queria roubar suas ideias", disse. Ele estava buscando uma parceria mas, sem nenhuma resposta, decidiu levar seus planos adiante.

A cerveja é produzida em Tijuana por uma companhia chamada Simpson's Brewing Company, o que é uma coincidência, enfatiza Contreras.

Ele diz que as vendas na Europa, onde ele lançou a cerveja, agora variam entre 25 e 30 contêineres por mês - um contêiner comporta 1.716 caixas de 24 garrafas cada - comparado aos seis que vendia quando começou, em 2006.

No México, as vendas aumentaram de dois contêineres por mês, quando ele começou a produção, para cerca de dez no começo deste ano.

Esse crescimento é impressionante, dado que Contreras não gastou quase nada em publicidade. Mas como diz Javier Suarez, gerente do King's Pub: "No momento em que oferecemos aos fregueses a Duff Beer dos Simpsons, eles praticamente arrancam-na das nossas mãos."

Mas a mesma razão para o sucesso da bebida também pode ser um obstáculo. A maioria dos consumidores sabe que a bebida ficcional é uma paródia do tipo de cerveja produzida em massa e encontrada em todo o território dos Estados Unidos. Além disso, seu consumidor mais famoso dificilmente é um modelo de comportamento para a maioria das pessoas. E Contreras admite: "Adoramos Homer, mas não necessariamente queremos ser como ele. Meu maior medo é que as pessoas comprem Duff Beer só uma vez para guardar a garrafa."

Contreras diz que o próximo passo é começar a produzir a Duff em latas, como as que Homer bebe. A ideia é fazer uma produção inicial de 300 mil latas no México. Ele investiu cerca de US$ 400 mil (R$ 691 mil) para colocá-las no mercado, e a cervejaria de Tijuana investiu mais US$ 1,1 milhão (R$ 1,9 milhão). Contreras também pretende estabelecer 35 bares em todo o México onde venderá a cerveja.

Mas o maior prêmio é os Estados Unidos, onde a cerveja está disponível em algumas empresas que a importam do México, mas onde Contreras ainda precisa registrar sua marca.

"Não vou entrar lá antes de saber se eles [a Fox] irão lutar comigo ou se juntar a mim", diz.

Levando em conta o silêncio da Fox, talvez ele tenha que esperar algum tempo.



MATÉRIA ESCRITA POR - Adam Tomson
RETIRADA DO SITE - http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/fintimes/2009/12/06/ult579u2957.jhtm

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Christian Louboutin assina taça-sapato






Uma parceria de Christian Louboutin com a marca de champagne Piper-Heidsieck resultou em um sapato digno das fantasias de cinderela que usa o vidro como matéria-prima.
A nova criação de Christian Louboutin é parte integrante do “Le Rituel gift set”, que inclui uma garrafa de champagne. Os kits serão vendidas apenas em algumas lojas Neiman Marcus e online, por 500 dólares.
O ato de beber de um sapato feminino é um custume datado desde 1880. Louboutin quis suavizar esta imagem “fetichista” e se inspirou na figura de Cinderela, símbolo de uma mulher perdida. O designer trabalhou com formas do século XVI e o vidro é português, que retorcido, ganha forma de salto.
O estilista confessou já ter bebido espumante direto de um sapato e não recomenda. Apesar de admitir que o processo “funciona”.


Assista ao filme promocional da campanha

domingo, 15 de junho de 2008

Empresas reformam estrelas do desenho animado para o século 21




Empresas reformam estrelas do desenho animado para o século 21


Brooks Barnes
Em Los Angeles


Moranguinho estava tendo uma crise de identidade. A boneca que foi estrela do desenho animado dos anos 1980 não estava se conectando com as garotas modernas. Era obcecada demais por doces e apreciadora de calças largas.

Então sua dona, a American Greetings Properties, trabalhou durante um ano no que chamou de uma reformulação "no sentido das frutas". Moranguinho, que faz parte de uma linha de bonecas perfumadas, hoje prefere frutas a caramelos, parece usar só um pouquinho de batom (sem ruge) e passa o tempo conversando em um celular, em vez de escovar seu gato, Mostarda. Seu novo visual foi revelado na última terça-feira, juntamente com planos de uma nova linha de brinquedos da Hasbro.

Ela não é a única estrela de ficção que envelheceu e recebeu um "face-lift". Um número extenso de personagens clássicos para crianças está sendo rejuvenescido e reapresentado - nas prateleiras das lojas, na Internet e na televisão -, enquanto as empresas proprietárias tentam atender à nostalgia dos pais e à sensibilidade das crianças da era YouTube. Para ajudar, há um setor de varejo que espera encontrar refúgio da economia difícil em coisas que já foram testadas e aprovadas.

A Warner Brothers espera "revigorar e repaginar" Pernalonga e Scooby-Doo através de um novo mundo virtual na Internet, onde as pessoas poderão vestir os personagens da maneira que quiserem. A American Greetings está tirando a poeira de outra de suas linhas, os Ursinhos Carinhosos, que voltarão com um novo visual neste outono (menos gordurinha na barriga, cílios mais compridos).

E a 4Kids Entertainment, franqueadora dos mutantes adolescentes Tartarugas Ninja, vai ressuscitá-los no ano que vem em novos videogames, nos quais terão mais músculos e menos atitude.

Até Mickey Mouse está sendo atualizado, mas a Walt Disney Co. ainda está decidindo que modificações fará. "Eu adoro o Mickey clássico, mas ele precisa evoluir para ser relevante para as novas gerações de crianças", disse Robert A. Iger, executivo-chefe da Disney, em uma entrevista.

Reinventar esses amados personagens sem causar danos indeléveis é uma das manobras mais delicadas da indústria de entretenimento. Se for longe demais, como fez a Mattel em 1993, dando ao boneco Ken uma camiseta arrastão roxa, furo na orelha e o nome de "Ken do Brinco Mágico", pode provocar uma fusão da marca em escala global.

Feito corretamente pode ser muito lucrativo. Mickey Mouse produz vendas estimadas de mercadorias de US$ 5 bilhões por ano. Moranguinho, mesmo em seu estado reduzido, gerou US$ 2,5 bilhões em receitas desde 2003, segundo a fabricante.

Se os personagens clássicos parecerem menos aborrecidos, as companhias esperam atrair não só os pais que lembram deles com carinho, mas também as crianças que poderiam desconfiar automaticamente de brinquedos com os quais seus pais brincavam. Para os pais, a nostalgia é considerada um gancho de vendas maior que nunca, por causa da paisagem de mídia cada vez mais violenta e sexualizada.

"É um mundo terrível, e os pais modernos tentam manter seus filhos em casa o máximo possível", disse Alfred R. Kahn, presidente da 4Kids Entertainment, que também administra franquias como Pokemon e Cabbage Patch Kids. "Que melhor maneira de protegê-los do que envolvê-los em marcas nostálgicas?"

Iger fala sobre a necessidade de equilibrar "tradição e inovação". Para Mickey e outros personagens Disney, um método é manter os atributos centrais dos personagens, mas atualizar o mundo em que eles vivem. Por exemplo, a Disney está atualizando Toontown, a parte da Disneylândia que Mickey chama de seu lar. Um plano apresenta um bonde à moda antiga, mas Iger não tem certeza se é uma boa idéia. As crianças de hoje saberão o que é um bonde antigo?

A Warner Brothers, em comparação, está deixando as decisões estilísticas para os clientes, alguns dos quais foram criados em mundos virtuais como o Club Penguin da Disney (onde eles podem, por exemplo, vestir um pingüim virtual em roupa de pirata e fazê-lo dançar). Na KidsWB.com, que está lançando um site reformulado neste verão norte-americano, o estúdio deixará as pessoas customizarem personagens de Looney Tunes como quiserem.

"Você quer uma versão sombria e gótica do Piu-Piu? Fique à vontade", disse Lisa Gregorian, vice-presidente executiva de marketing mundial da Warner Brothers Television.

Os novos aplicativos de mídia criaram oportunidades que as empresas não tinham antes, disse Gregorian. E um motivo pelo qual os personagens dão tanto dinheiro é que seus donos os bombearam para toda parte: em filmes direto para DVD, programas de televisão, brinquedos, roupas, videogames, móveis e até produções cênicas ao vivo.

Houve alguns enganos dignos de nota. A Warner Brothers se esforçou para tornar a turma do Looney Tunes relevante para as crianças modernas, introduzindo versões de aspecto futurista do Pernalonga e do Patolino em uma nova série de televisão em 2005. Mas muitos pais detestaram o "Loonatics", que tinha moicanos e olhos assustadores.

O Ken do Brinco Mágico é o pesadelo da indústria. O personagem, que tinha reflexos louros no cabelo e usava colete de couro, causou uivos dos consumidores, que não o viram como um namorado realista para a Barbie. Ken enfrentou olhares de dúvida sobre sua orientação sexual e parecia ter "saído do armário" - algo que a Mattel realmente não pretendia.

A maioria das marcas que estão sendo recauchutadas é dos anos 1980. Especialistas em franquias dizem que vêem um jogo psicológico sutil em ação, uma tentativa de apertar o botão da nostalgia em uma geração de pais jovens, exatamente quando eles começam a sentir as primeiras dores da meia-idade.

Usar a nostalgia, é claro, há muito tempo é um dos truques preferidos da indústria. Mas desta vez as companhias têm o incentivo extra da economia amarga. Redes como Wal-Mart a Toys "R" Us estão menos dispostas a arriscar em linhas de produtos não-testados em tempos econômicos fracos - especialmente porque as iniciativas para criar novos personagens tiveram resultados mistos nos últimos anos, disse Christopher Byrne, um consultor independente de brinquedos.

O mesmo vale para as redes de TV. Quando novas séries de desenhos fracassam, nomes conhecidos começam a parecer uma boa aposta para os programadores. Veja "Angelina Ballerina: The Next Steps", um novo programa animado baseado nos populares livros infantis, que começará neste outono na PBS Kids.

Para a American Greetings, atualizar a Moranguinho teve a ver com deixar para trás os problemas do mundo moderno e enfatizar o ângulo da fantasia, disse Jeffrey Conrad, o diretor de design criativo da empresa.

Os artistas produziram cerca de 400 desenhos mostrando novos visuais, então a American Greetings pediu a opinião dos parceiros de franquia. Com os desenhos pendurados em uma única sala, ele disse aos membros dos grupos de opinião para colar bilhetes amarelos nos 20 de que eles gostassem. "E refinamos a partir daí", disse.

Além de sua nova linha de brinquedos, Moranguinho terá um novo filme com animação computadorizada e uma nova série de TV, a partir do próximo ano. Desta vez, acompanhando as preocupações nutricionais contemporâneas, a franquia reduzirá a ênfase para os doces e seguirá "no sentido das frutas", como diz Conrad.

"Também tem a ver com criar uma linha coerente", ele disse. "Estamos reduzindo personagens que faziam parte do mundo da Moranguinho, mas que não estavam muito na linha 'fruta'."

Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

As cores na liderança


As cores na liderança


Muitas vezes sou questionado por estudantes sobre a questão das cores aplicadas nas embalagens. Mesmo profissionais do mercado desejam saber se existe uma "ciência" que indique, com certa precisão, quais as cores mais recomendadas para as diversas categorias de produtos.
Hoje, existe uma verdadeira indústria sobre o tema. O setor de pigmentos, por exemplo, movimenta bilhões de dólares a cada ano; há empresas e especialistas que trabalham na especificação de cores para os produtos e nas cartelas de tendências cromáticas que orientam a indústria da moda e a automobilística.

No caso da embalagem, especificamente, são raros os estudos que abordam o tema com seriedade. Sabemos que a apresentação de uma cor - definida de forma absoluta, como ocorre, por exemplo, com produtos como Maizena, Sonho de Valsa, Diamante Negro e o chocolate Milka - representa um forte suporte para a identidade do produto. As pilhas Ray-o-Vac incorporaram "as amarelinhas" em seu slogan, por tratar-se de uma identificação precisa do produto. O Campari também utiliza a cor como seu diferencial de personalidade e seu slogan afirma que "só ele é assim".

Ter uma cor definida como atributo de personalidade é uma força que impulsiona o produto a obter mais reconhecimento. O vermelho do suco Del Valle tornou-se uma marca registrada do produto e foi apontado em pesquisas, pelos consumidores, como o principal ícone de sua identidade. Essa marca de suco conseguiu se "apropriar" de uma cor - como fez a Ferrari - e isso representa um enorme valor na concorrência de mercado.

Como na verdade só existem três cores básicas (amarelo, azul e vermelho), das quais todas as demais são derivadas, é impossível que cada produto tenha sua própria cor. No livro Design de Embalagem ­- Curso Avançado, fiz um estudo agrupando os produtos adquiridos em visitas ao supermercado e nas publicações especializadas do setor, conforme as cores predominantes.
Separei aqueles que tinham cores definidas, uma vez que na maioria dos produtos há combinações das cores básicas.

Esse estudo chamou a atenção para um fato interessante: os produtos líderes na maioria das categorias têm uma cor bem definida. Na categoria 'alimentos e bebidas', em um universo de 50 subcategorias, metade dos líderes é de vermelhos; a outra metade é dividida em: 25% azuis, 15% amarelos e 10% outras cores. Portanto, o vermelho domina (como cor definida ou predominante), seguido do azul. E o verde tem participação inexpressiva entre os produtos líderes da categoria, embora os alimentos 'verdes' como frutas e vegetais sejam encontrados em grande número. Já nos produtos da categoria 'higiene e limpeza', o azul é a cor mais utilizada nas embalagens.

São conclusões que podem ajudar na decisão de qual cor aplicar em cada embalagem, lançando um pouco mais de luz sobre um tema tão fascinante - e cuja aplicação tem importância capital para o sucesso (ou o fracasso) dos produtos de consumo.

Por
FÁBIO MESTRINER
.
.
Matéria retirada do site: http://portaldacomunicacao.uol.com.br/textos.asp?codigo=20557
.
.

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Unilever investe R$ 13 milhões em marketing


Unilever investe R$ 13 milhões em marketing do sabão em pó OMO

Dois meses depois de ter feito o maior lançamento simultâneo de sua história - e investir R$ 50 milhões para colocar seis novidades de uma vez só nas gôndolas - a Unilever desembolsa outros R$ 13 milhões em uma nova ação de marketing. E, de novo, o foco da companhia é Omo.

Apesar da liderança do produto, com uma participação de 45,2% em valor, segundo AC Nielsen, a concorrência com marcas nacionais, como Tixan, da Química Amparo, e Assim, da Assolan - que também adotaram uma estratégia agressiva de marketing - é cada vez mais apertada.

Como resposta, a multinacional escolheu o ano de 2006 para bombardear o mercado com novidades. A maioria delas sob o guarda-chuva Omo. O primeiro grande lançamento uniu, em um mesmo produto, as duas marcas mais fortes de seu portfólio de limpeza, Omo e Comfort. Depois veio Omo Baby e, agora, a empresa investe em Omo Progress Total.

A nova marca da Unilever tem um motivo adicional para receber uma comunicação agressiva: Omo Progress Total está substituindo Omo Cores, que sai do mercado.

Para mostrar à consumidora que Omo Progress - cuja versão original vendia o benefício de tirar manchas de roupas brancas - também lava roupas coloridas, a Unilever resolveu fazer um investimento colossal. Desde sábado está com quatro filmes diferentes no ar - normalmente não se produz mais do que um comercial, no máximo, dois.

Janine Dodge, gerente de produto da Unilever, diz que a ação não é uma resposta à saída de Omo Cores do mercado ou à possíveis reclamações de consumidoras. " Queremos comunicar o benefício de ter um único produto tanto para roupas brancas quanto coloridas " , diz Janine. Omo Progress é a linha premium da família Omo e custa cerca de 15% mais que a versão Multiação.

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Campanha Publicitária Com Bebê Gay Cria Polêmica



Uma campanha patrocinada pelo Ministério de Oportunidades com o apoio de Associações em defesa dos homossexuais foi motivo de verdadeiro rebuliço na Itália. O motivo? um bebê com a pulseira de identificação e no lugar do nome, a palavra "homossexual"seguida do slogan: "A orientação sexual não é uma escolha" .

Essa foto, aparecerá em outdoors e postais da cidade.

Conservadores,lideres religiosos já estão protestando pela proibição da tal campanha que eles julgam de "horrorosa".

Esperamos cenas do próximo capitulo dessa novela.
.
.
.
.

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

As 40 capas de revistas mais famosas


Revistas são um ótimo registro histórico. Capas são sínteses desses registros. Veja AQUI as 40 capas de revistas mais famosas e a história por trás delas.